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Crise Hídrica: o que saber e como agir frente a esta ameaça

Voltamos a assistir e ler notícias que pensávamos estarem distantes da nossa realidade, presentes apenas na nossa memória. Estamos nos referindo à crise hídrica, que gera risco real de racionamento de energia (para alguns especialistas já vista como inevitável). Essa crise vem afetando a capacidade de armazenagem nos reservatórios de nossas usinas hidrelétricas, e a produção de energia no país.


E a primeira pergunta que nos vem à cabeça é: vai faltar energia no Brasil?

Não existe uma resposta pronta, mas o risco está cada vez mais próximo. Temos em nossa matriz energética uma dependência atual de 61,93% do total da produção de energia proveniente de fonte hídrica que depende diretamente do regime de chuvas. Assim, fica a pergunta, temos risco real de falta ou racionamento de energia no Brasil?


Existe, sim, a possibilidade de faltar energia no Brasil nos próximos meses e, se continuarmos a utilizar nossa reserva hidrológica como usamos hoje, pode haver uma potencial escassez de energia em todos os estados, pois o país está sofrendo com o menor nível de chuvas em quase 100 anos. Além disso, a fonte de geração de energia é muitas das vezes a mesma da navegação fluvial, irrigação, consumo animal e humano. E com essa falta de chuva, tem que se manter um equilíbrio entre geração e manutenção do recurso para todos os fins mencionados. Assim, o custo da energia sobe, uma vez que é necessário mudar a fonte de energia: da hídrica, que usamos hoje, para a energia termelétrica, que é mais cara e reflete assim nas tarifas da conta de luz. Dentro desta lógica, a ANEEL alterou a bandeira para o vermelha - patamar 2 em julho de 2020 com aumento do seu valor, comparado ao praticado em dezembro de 2020.


Também está ocorrendo junto a Aneel e ao Ministério de Minas e Energia – MME a avaliação de uma MP que trará racionamento de energia no Brasil, com imposição de indicadores de redução de consumo para os consumidores brasileiros e movimentação de carga durante o horário de ponta para a indústria, o que impactará a todos Podendo ter como pior cenário a obrigação de paralisar a produção durante horários de maior consumo.


Paralelo a isso, o Brasil se encontra em um momento de retomada econômica, em particular a produção industrial, cuja necessidade de energia já está crescente, causando um desequilíbrio na oferta x demanda.


Então, qual é a solução?

Conjugar ações de economia de energia com projetos de eficiência energética que mapeiem todas as oportunidades de redução do consumo, sem parar a produção.


A Eficiência Energética, portanto, chega como uma solução, pois ela engloba projetos que visam à otimização do consumo de energia, reduzindo custos e propondo ações relativas à Gestão de Energia, de maneira rápida e resultados imediatos.


Investir em Eficiência Energética é imprescindível para combater e até mesmo antecipar e evitar problemas de energia. E o melhor: os projetos são de fácil implementação, com fornecimento de equipamentos e capacidade de instalação em todo o território nacional, por empresas que tem expertise na área e que já colecionam resultados positivos, através do trabalho sinérgico da tecnologia com a sustentabilidade.


Ainda a empresa que investe em redução do desperdício com a modernização do seus equipamentos, tem aumento da sua competitividade, pois faz mais com menos energia e tem menos paradas para manutenção ou correção de quebras.


Para o Presidente da ABESCO, Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia, Frederico Rocha Araújo, “devemos aproveitar para refletir sobre a importância e o papel da eficiência energética, a otimização do uso e conservação da energia, com criação de medidas amplas, que possam contribuir tanto em momentos de emergência, como o atual, mas, também, atuar para melhoria das condições de sustentabilidade e autonomia do sistema energético, como um todo, em termos ambientais, de resultados eficientes para empresas e instituições, e de melhoria do acesso à nossa população.”


Sobre a Deode

A empresa atua no setor de energia, sendo uma empresa de engenharia, de base tecnológica com foco e expertise no desenvolvimento de projetos de eficiência energética, pesquisa e desenvolvimento e inovação, com vasto portfólio tanto no setor público, quanto no setor privado.

O trabalho desenvolvido pela empresa soma a grande competência técnica de sua equipe à experiência e vivência de mercado, sem contar com uma sensibilidade única para criar, otimizar e construir, através de soluções sustentáveis e inovadoras, com comprovados resultados e eficácia.

O CEO da Deode, Frederico Rocha Araújo, que já era conselheiro, foi eleito como presidente da Abesco - Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – para o biênio 2020/2021.




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